Presos no Tom Jobim podem responder por formação de quadrilha

Além de contrabando e uso de documentos falsos, os seis suspeitos presos na noite de seta-feira (17) no Aeroporto Internacional Tom Jobim, na Ilha do Governador, no subúrbio do Rio, poderão responder, ainda, por formação de quadrilha. As informações são da Polícia Federal.
De acordo com a PF, foram apreendidos mais de 300 quilos de mercadorias eletrônicas, entre notebooks, câmeras fotográficas, filmadoras e vídeo games, que seriam distribuídos no sul de Minas Gerais e em Belo Horizonte.
A Polícia Federal informou, ainda, que os presos vinham de Ciudad Del Este, no Paraguai. Eles desceram em Guarulhos, na escala do voo com destino final Rio de Janeiro. Em seguida, segundo informações da PF, alegando que tinham descido por engano, solicitaram à companhia aérea um bilhete doméstico para enganar a fiscalização.

Mais de 30 viagens

A polícia acredita que eles já tenham feito mais de 30 viagens com o mesmo fim e investiga se os acusados formam uma quadrilha. Pelo menos dois deles têm curso superior e um dos presos tem mestrado em eletrônica.
A pena para os crimes de descaminho e supressão de documento público pode chegar a 16 anos de cadeia.

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